27 de outubro de 2014
28 de setembro de 2014
Pontões Capixabas
Ao iniciar o relato sobre essa viagem aos Pontões Capixabas, fico imaginando o grupo de escaladores, lá no ano de 1959 quando avistaram essas montanhas pela primeira vez.
É surreal sair de um relevo monótono pouco acidentado e de repente, no virar de uma curva, dar de frente com essas montanhas.
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| Chegando em Pancas |
Na época, o grupo composto por Giuseppe Pellegrini, Nélson Teixeira, Emil Mesquita, Carlos Russo e Rodolpho Kern subiram a Pedra Agulha e inauguraram a escalada técnica na região. A conquista da Chaminé Brasilia com 450 metros, foi um marco para a escalada brasileira e até hoje é considerada uma escalada desafiadora.
A sensação deles deve ter sido parecida com a minha e de Izabela, quando depois de rodar 1.700 km desde Joinville, vimos as primeiras montanhas dessa região, foi difícil manter a concentração no volante. Já sabia que iria ver muita pedra, tinha visto fotos, vídeos, porém ao vivo foi realmente marcante.
Nosso objetivo e motivação era semelhante ao grupo de 59, queríamos subir algo novo, uma nova via!
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| Da esquerda pra direta, Pedra Cará, Garrafão e Pontão. |
As montanhas de granito do Monumento Natural dos Pontões Capixabas, ficam localizadas nos municípios de Pancas e Águia Branca. Apesar da escalada estar presente a muito tempo na região foi nos últimos anos que surgiram a maioria das vias e ainda há muito o que abrir de falésias a cumes virgens.
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| Pedra Cará e o Camelo vistos do alto da Colina. |
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| Pedra do Garrafão, visto da área de camping. Ainda sem vias de escalada! |
Passamos 3 semanas escalando na região e montamos nossa base no Cantinho do Céu, um sítio localizado no Córrego Palmital, cercado de montanhas e preparado para receber escaladores. O local é administrado por Fabinho Eggert, que além de grande conhecedor local, sabe todas as dicas da escalada da região.
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| Área de camping do sítio Cantinho do Céu, sombra, água fresca e rodeado de montanhas. |
Para nos adaptarmos a rocha e conhecer o estilo local, primeiramente escalamos algumas vias das muitas paredes que nos cercavam. São várias as opções de escaladas e sua maioria com mais 300 metros.
O acesso as paredes é muito fácil, algumas com aproximações de 5 minutos de caminhada e outras subindo por costões de rocha com pouca inclinação.
IzaBela iniciando a escalada na Pedra do Córrego.
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Os dias de descanso foram destinados a reconhecimento de paredes inexploradas na região e também para aproveitar a rede na sombra do jambeiro, a ver e ouvir macacos, tucanos, laçaris e se hidratar com muita água de coco, pois o clima é bem seco e o sol "póca" com dizem os locais.
As vias da região são predominantemente de aderência e seguem linhas naturais mais positivas das paredes. São raras as fendas limpas e paredes verticais com agarras. O padrão de proteção é um pouco exposto, no início rola uma pressão psicológica, mas logo ao se adaptar com a textura da rocha a escalada fica mais descomprometida e prazerosa.
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| Escalada da via Presente de Águia (350 m) na Pedra do Jacaré. |
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| Cume da Pedra da Boca, após a escalada da via Amigo Imaginário. |
Aproveitando no final de semana que estava acontecendo o 8. Encontro Capixaba de Escalada, fomos a Águia Branca para conhecer as montanhas do lado de lá e participar do evento para nos enturmamos com a galera local.
Foi muito divertido e as escaladas foram incríveis. O formato já convencional desses encontros com palestras, oficinas e confraternizações além de escalada, funcionou muito bem, destaque pra palestra feita por Sandro Souza sobre o acesso as montanhas e como o contato com os proprietários da região, foi muito pertinente e interessante.
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| Escalada da via Olhar do Junior (450m) com o símbolo de Águia Branca ao fundo, os 3 Pontões |
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| 3 Pontões de Águia Branca. |
Um dos locais que mais me agradou, em Águia Branca, foi o vale da Pedra da Coruja, montanhas incríveis e bem grandes, localizadas em um vale menos detonado pelas lavouras de café e similares.
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| Pedra da Coruja |
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| Via Entre Idas e Vindas (350m) na Pedra do Nei. |
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| Pedra Cará e o céu de Pancas |
Na última semana, com a chegada de Alexandre para juntar-se ao time, partimos para escolher uma parede e abrir uma via. O tanto de pedras, com múltiplas possibilidades, quase nos deixou loucos e foi difícil escolher entre o que nos apetecia.
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| Uma das muitas paradas de reconhecimento. |
Muitas linhas nos interessavam, porém dispúnhamos de pouco tempo e uma previsão de entrada de uma frente fria nos obriga a escolher uma linha que pudesse ser escalada rapidamente. Acabamos por escolher a Pedra do Corrégo, já havia feito uma via na mesma parede e observado que tinha uma característica diferente das outras que havíamos escalado, não era aderência e sim uma linha com bastante agarras e segundo escaladores locais, raridade na região.
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| Partindo para a base. |
A estratégia da conquista era simples, subir até onde conseguíssemos no dia, fixar as cordas e descer para dormir na barraca. Iniciei a escalada e abri a primeira cordada e assim fomos revezando cada um abrindo uma cordada na faixa de 50 a 60 metros. A linha escolhida era bem promissora e nossa suspeita se mostrou real, seguimos um veio de cristais na rocha com muitas agarras.
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| Tirando os pés do chão. |
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| Alexandre iniciando a sexta cordada seguindo pelo veio de cristais. |
No primeiro dia abrimos 4 cordadas, aproximadamente 200 metros, fixamos as cordas e descemos para continuar até o cume no dia seguinte.
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| Visual da parede, ao fundo as montanhas de Águia Branca. |
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| IzaBela sempre atenta na segurança |
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| Dando segurança da P6 quase no cume. |
Finalizamos a via e a batizamos de Paredão Lubrina, o grau sugerido é D2 4. VI E2 com 350 metros. É uma escalada bem interessante e desfrutável, haja visto que tem poucos esticões entre as proteções e é predominantemente com agarras, com eventuais lances de aderência. O veio de cristais que sobe a linha é um detalhe a parte que faz com que a escalada tenha um charme especial.
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| Cumeeeee |
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| Croqui da via. O mesmo está disponível no catálogo das vias de Pancas no sítio Cantinho do Céu. |
As experiencias nessas montanhas se mostraram extremamente interessantes e nos deixou com uma certeza, a de voltar em breve. São muitas as possibilidades de montanhas que aliadas a um clima seco, por vezes um pouco quente, fácil acesso com cumes e paredes inexploradas, vale sem dúvida uma visita para abrir novas vias.
APOIO: Resseg Ecologia e Aventura, Hard Adventure, Ramps, Jurapê Equipamentos para Aventura, Núcleo Mutuca e Salamandra Escola de Montanha.
APOIO: Resseg Ecologia e Aventura, Hard Adventure, Ramps, Jurapê Equipamentos para Aventura, Núcleo Mutuca e Salamandra Escola de Montanha.
7 de setembro de 2014
Edição de Aniversário
OS ANOS INOCENTES
Uma primeira vez é sempre marcada de incertezas, expectativas e muita ansiedade, ainda mais para um adolescente.
Quando saí para minha primeira ida a montanha, para escalar o Castelo dos Bugres em alguma data perdida no inverno de 1988, mal sabia que isso daria rumo a minha vida. Já de cara saquei o mundo de possibilidades e aprendizados que as montanhas tinham a oferecer.
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| Castelo dos Bugres - Serra do Mar - Joinville/SC |
Naturalmente, logo estávamos praticando escaladas mais comprometidas, ainda que com muito improviso e criatividade.
Ainda na fase do colégio, um amigo de turma, que também estava subindo montanhas conosco, comprou a muito custo o Manual do Montanhista de Cristiano Requião, com esse livro em mãos estudamos e começamos a praticar com afinco as técnicas para escalada em rocha.
O MARCO
Foi então que em 1994, caiu em minhas mãos o Informativo Mountain Voices, com uma propaganda do Curso Básico de Escalada em Rocha promovido pela Montanhismus.
Durante o feriado feriado de 7 de setembro desse mesmo ano, junto com Luciano Sampaio e Djorgian Day parti em direção a Pedra do Baú em São Bento do Sapucaí/SP, para enfim concretizar o aprendizado dos primeiros passos.
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| Aula 1 do Curso Básico de Escalada em Rocha - set/94 |
Hoje, a exatos 20 anos do curso, minha motivação em aprender a escalar segue forte e autêntica. Sigo a subir freneticamente pelas pedras e montanhas que vou encontrando em meu trilhar.
Sei que muito tenho ainda a aprender, e a cada nova escalada, vou adquirindo mais experiências e assim lapidando minha forma de ver, sentir e escalar a vida.
Me dedico a profissão de ensinar a escalar montanhas, pois entendo que além das "horas/rocha" passadas nas montanhas é compartilhando nosso conhecimento que firmamos nosso aprendizado.
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| 350 metros de uma de nova via na Pedra do Córrego, em Pancas no Espírito Santo. |
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| Cume Pedra do Córrego, Pancas/ES com Alexandre e Izabela, setembro/2014 |
Nesses anos todos tive muitos mestres que facilitaram meu desenvolvimento, todos foram importantes em seu momento, alguns merecem destaque:
Robson Pires por me emprestar o Manual do Montanhista, Eliseu Frechou pelas primeiras aulas, Ronaldo "Nativo" Franzen pelo legado deixado em São Chico e por abrir as portas do Marumbi, Bito Meyer pelas vias deixadas no Morro da Cruz/SFS onde pude forjar meu estilo, aos parceiros Reginaldo Carvalho, Edmilson Ávila, Edu Pedro e Luana Hudler que sempre estiveram e seguem estando presente nas grandes roubadas e aos meus pais que sempre me apoiaram.
Agradeço também a todos aqueles montanhistas que antes de mim, deixaram seus ensinamentos e rumos, para que possamos seguir a empurrar nossos limites e desenvolver a arte de viver pelas montanhas!!!
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| Muito Obrigado. |
19 de junho de 2014
Festival Pedra Rachada
Inscrições abertas para o 10º
Festival Pedra Rachada Bouldering!
Nos dias 18, 19 e 20 de julho deste ano, a
Pedra Rachada receberá a 10ª edição do Festival Pedra Rachada
Bouldering, que é um dos mais tradicionais festivais de escalada do
Brasil. Além do lançamento do
Guia de Escalada Pedra Rachada Bouldering, o evento terá
muitas outras atrações imperdíveis, confira:
• Recepção de boas vindas com café da manhã na
pedra;
• Sorteio de brindes, roupas e materiais de
escalada;
• Kits distribuídos em ecobags exclusivas,
contendo:
- Guia de Escalada Pedra Rachada Bouldering (após
o Festival, o Guia será vendido a R$ 60,00);
- Barrinhas de cereal, 1 diária para o Muro de Escalada
Tórtons (Pampulha), revistas e outros brindes;
• Camping com piscina semi olímpica e
estrutura de vestiários;
• Praça de alimentação com venda de bebidas
e alimentos;
• Iluminação dos blocos na escalada
noturna;
• Festa no setor com DJ's convidados para
levantar a galera!;
• Exibição de filmes de escalada;
• E muito mais!
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| Fotos de altíssima qualidade farão parte do Guia de Escalada Pedra Rachada Bouldering! Nesta, Nathalia Daneliczin escala o clássico “Bicicletinha 2000” v5 (foto: Vitor Maciel). |
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| O idealizador do projeto, Luca Portilho, no boulder Esparrachado, um dos v8 mais clássicos do setor! (foto: Gabriel Oliveira / Pedra Viva). |
Com um projeto gráfico diferenciado, o guia trará fotos de
mais de 100 blocos, descrições mais de 500 boulders,
circuito de grau e fotos de escalada em altíssima qualidade.
Além disso, o guia contará com informações completas sobre a cidade de Sabará: onde
ficar, onde comer, onde conseguir suprimentos, turismo local, etc.
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| Circuito de graus, um dos diferenciais do Guia de Escalada Pedra Rachada Bouldering. |
As inscrições já estão
abertas e podem ser realizadas através do site: www.pedrarachada.com
Mas corra, apenas os 50 primeiros inscritos ganharão 01
Magnésio 4climb (chalk block)!
Confiram o Vimeo da Pedra Rachada (www.vimeo.com/pedrarachada)
, onde estão sendo lançados quinzenalmente vídeos dos boulders mais
clássicos do setor.
Sigam a Pedra Rachada no Instagram
(@pedrarachada) e no Facebook (www.facebook.com/pedrarachada)
e confira mais fotos incríveis e informações sobre as escaladas no local.
Esperamos receber toda a comunidade escaladora do Brasil.
Convide os amigos e a família e venha curtir a maior festa da escalada
nacional!!!
15 de junho de 2014
Lágrimas de Jah
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| Dani Casas na abertura da Lágrimas de Jah. Foto: Reginaldo Carvalho |
Minha escola de escalada sempre foi a ilha de São Chico, nela pude desenvolver diversas técnicas e estilos.
O que mais me ensinou foram as aberturas de novas vias, na ponta da corda vindo de baixo pra cima, descobrindo e me surpreendendo com cada lance, com cada agarra, emoção a flor da pele!!!
Um lugar que muito tem à ensinar, é o Paredão das Lágrimas, esse setor pouco frequentado atualmente, foi um dos primeiros a serem desenvolvidos na Ilha, no final dos anos 90.
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| Rian Müller na clássica fenda Entre o Sonho e a Realidade (6sup) |
Foi nesse setor que surgiram as primeiras vias esportivas de São Chico, antes mesmo do popular Morro da Palha. O estilo empregado na época foi bem sagaz, todas as vias abertas de baixo pra cima.
Primeiramente exploramos a linhas de fendas, batendo grampos só no final delas para rapelar e depois aos poucos foram surgindo as vias de placas com proteções fixas e algumas mesclando móveis e fixo.
Recentemente o setor que andava pouco frequentado foi reativado, a trilha foi reaberta e sinalizada, contenções e cordas fixas foram instaladas para diminuir e conter a erosão, além disso foi aberto uma nova área denominada de "Vertical", com aproximadamente 6 novas vias com proteções fixas, de sexto a nono grau, os principais responsáveis por esse "revival" foram João Luis, Igor Jung, Marcelo Cabral entre outros.
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| Rafael Ártico na via Engole o Choro. Foto: Eduardo Geovane |
Aproveitando a boa onda, essa semana junto com com Alecssandro Urbano abrimos mais uma via no setor, a Lágrimas de Jah. Subimos uma parede bem vertical com um teto incrível no final. A via foi aberta vindo de baixo, no melhor estilo de escalada de aventura, ganhamos altura mesclando lances em livre com artificial.
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| Via Lágrimas de Jah. Foto: Reginaldo Carvalho |
A primeira parte é bem explosiva e negativa, a parte do meio bem vertical com poucas agarras e extremamente técnica e para fechar com chave de ouro, uma virada de teto protegido em móvel, seguido de um lance negativo com agarras grandes. Realmente uma preciosidade!!!
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| Liberando a segunda parte da via. Foto: Reginaldo Carvalho |
Eu diria que o estilo da via é Esportiva de Parede, pois mescla proteções fixas e móveis e a grampeação apesar de segura, não estão muito próximas, principalmente na parte alta da parede. Quando ao grau ainda é difícil dizer, pois tem alguns lances ainda por liberar, mas imagino que deva ficar na casa de 9. grau.
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| Escolhendo a peça pra proteger a virada do teto!! Foto: Reginaldo Carvalho |
Apoio: Salamandra Escola de Montanha, Resseg, Jurapê Equipamentos para Aventura e Hard Adventure.
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